Descrição
O Giardino dei Semplici é o jardim botânico de Florença, criado em 1545 por vontade de Cosimo I de' Medici: mais de dois hectares de canteiros, estufas e árvores centenárias, com a entrada na via La Pira. É um dos jardins botânicos mais antigos do mundo ainda no lugar original.
É um oásis tranquilo no centro da cidade, ideal para quem gosta de plantas, para quem viaja com crianças e para quem precisa de uma pausa na sombra entre um museu e outro.
O jardim é dividido em grandes canteiros contornados de pietra serena, com uma fonte redonda cheia de plantas aquáticas no centro. No gramado das coníferas crescem árvores notáveis pela idade e pelo tamanho, como um cipreste-calvo e uma metassequoia.
As árvores mais velhas contam a história do jardim: um teixo plantado em 1720 pelo botânico Pier Antonio Micheli e um sobreiro de 1805, de que ninguém nunca tirou a casca.
Nas estufas, construídas no século XIX, crescem plantas tropicais: café, bananeiras, a árvore-do-viajante, e coleções de orquídeas, plantas carnívoras, suculentas, cicas e cítricos. Outras pequenas estufas de vidro e metal abrigam samambaias, begônias e bromélias.
Há também um laguinho com flores de lótus, os canteiros de plantas alimentares e medicinais, um pequeno jardim à italiana de buxo e um canteiro de palmeiras que crescem ao ar livre. Num nicho, um busto de Esculápio do século XVI, o deus da medicina.
Os «simples» eram as ervas medicinais. Cosimo I queria um jardim onde os estudantes de medicina pudessem estudá-las ao vivo: alugou um terreno das freiras dominicanas, e Niccolò Tribolo, o arquiteto dos jardins dos Médici, o projetou.
No século XVIII, Micheli fez dele um centro de pesquisa conhecido em toda a Europa, em contato com estudiosos estrangeiros. Mais tarde o jardim virou, por algumas décadas, uma horta experimental agrícola, antes de voltar aos simples e abrir ao público em 1864.
A planta mais famosa é a Amorphophallus titanum, de flor gigantesca, que floresce quando bem entende: aqui aconteceu excepcionalmente em 2002 e duas vezes em 2007.
É um oásis tranquilo no centro da cidade, ideal para quem gosta de plantas, para quem viaja com crianças e para quem precisa de uma pausa na sombra entre um museu e outro.
O jardim é dividido em grandes canteiros contornados de pietra serena, com uma fonte redonda cheia de plantas aquáticas no centro. No gramado das coníferas crescem árvores notáveis pela idade e pelo tamanho, como um cipreste-calvo e uma metassequoia.
As árvores mais velhas contam a história do jardim: um teixo plantado em 1720 pelo botânico Pier Antonio Micheli e um sobreiro de 1805, de que ninguém nunca tirou a casca.
Nas estufas, construídas no século XIX, crescem plantas tropicais: café, bananeiras, a árvore-do-viajante, e coleções de orquídeas, plantas carnívoras, suculentas, cicas e cítricos. Outras pequenas estufas de vidro e metal abrigam samambaias, begônias e bromélias.
Há também um laguinho com flores de lótus, os canteiros de plantas alimentares e medicinais, um pequeno jardim à italiana de buxo e um canteiro de palmeiras que crescem ao ar livre. Num nicho, um busto de Esculápio do século XVI, o deus da medicina.
Os «simples» eram as ervas medicinais. Cosimo I queria um jardim onde os estudantes de medicina pudessem estudá-las ao vivo: alugou um terreno das freiras dominicanas, e Niccolò Tribolo, o arquiteto dos jardins dos Médici, o projetou.
No século XVIII, Micheli fez dele um centro de pesquisa conhecido em toda a Europa, em contato com estudiosos estrangeiros. Mais tarde o jardim virou, por algumas décadas, uma horta experimental agrícola, antes de voltar aos simples e abrir ao público em 1864.
A planta mais famosa é a Amorphophallus titanum, de flor gigantesca, que floresce quando bem entende: aqui aconteceu excepcionalmente em 2002 e duas vezes em 2007.